Comparador de programas de fidelidade

Programas aéreos, de bancos e de hotéis, do Brasil e do exterior, lado a lado: tipo, aliança, precificação, stopover, conta família e o quanto cada um é amigável para quem está começando.

Filtre e compare

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Regras mudam com frequência

Validade dos pontos, tabelas de resgate, parceiros e bônus de transferência são alterados sem aviso. As informações abaixo são referência geral, com data de revisão em cada card — confirme a regra vigente no site oficial antes de transferir ou emitir.

Método

Como escolher um programa

Não existe "melhor programa": existe o que combina com as viagens que você realmente faz. Quatro passos para decidir.

  1. Comece pelo destino, não pelo programa

    Liste as duas ou três viagens que você quer fazer nos próximos anos (rota, época, classe). O programa certo é o que emite bem para esses trechos — e isso depende de alianças, parceiros e tabelas.

  2. Veja de onde vêm seus pontos

    No Brasil, a maior parte dos pontos nasce em cartões e programas de banco (como Livelo e Esfera) e é transferida para as companhias. Filtre por Recebe pontos do Brasil para eliminar programas que você não consegue abastecer.

  3. Compare regras que pesam no bolso

    Precificação (tabela fixa é previsível; dinâmica acompanha o preço em dinheiro), sobretaxas, validade dos pontos, stopover e conta família. Use as calculadoras para transformar isso em números.

  4. Escolha poucos e concentre

    Pontos espalhados em muitos programas raramente viram uma passagem. Para iniciantes, um programa aéreo nacional e um programa de banco costumam ser suficientes; expanda só quando houver uma emissão concreta em vista.

Aviso de volatilidade

Programas de fidelidade podem desvalorizar tabelas, encerrar parcerias ou mudar validades a qualquer momento, sem compensação. Por isso, pontos não são investimento nem reserva de valor: acumule com objetivo definido e use em prazo razoável. Veja o aviso financeiro e os alertas e riscos.

Contexto

Alianças em 1 minuto

As três grandes alianças aéreas — Star Alliance, oneworld e SkyTeam — permitem que as milhas de um programa emitam passagens em companhias parceiras. Na prática, isso significa que um único programa pode levar você a destinos que a companhia dele não voa. Fora das alianças, muitas companhias mantêm parcerias bilaterais, e programas de banco e hotel têm suas próprias listas de parceiros.

O que muda de programa para programa dentro da mesma aliança são as tabelas, as taxas e as regras de stopover — por isso duas pessoas podem pagar quantidades muito diferentes de milhas pelo mesmo voo. A lista de membros muda com o tempo; confirme no site da aliança.

Entenda as alianças em detalhe